A Bateria ou Tambores devem ter lugar na nossa adoração a Deus?
Passemos então a estudar um pouquinho às preocupantes implicações do uso da bateria/tambores na adoração a Deus através da música, nós podemos usar a bateria em nosso louvor, todavia, isso tem um preço muito alto. Agora, pior do isso, tem sérias implicações negativas, vou enumerar algumas delas:
01 » A BATERIA/TAMBORES E A MÚSICA ROCK
Hoje estudando o assunto dos tambores na Bíblia e na Internet aprendi um neologismo “Baal-Teria”. A bateria foi inventada no começo dos anos de 1900, dentro do jazz americano bastante executado pelas bandas de rua de New Orleans – EUA; já no Brasil dizem que foi Luciano Perrone o criador da bateria no Rio de Janeiro na época do cinema mudo. O fato é que esse instrumento tem trazido discussões e divisões para dentro da nossa igreja. O que vamos fazer? Lembra, que eu falei di preço...?
É impressionante como a bateria/tambores está para a música rock, com o mar está para peixes. Por quê? É para tornar as massas dançantes, agitadas, pouco reflexivas, normalmente a música rock tem uma mensagem para passar para os jovens, o que também pode ser chamado de produto para ‘vender’. O Rock induz a juventude a comprar esse ‘produto’, dentro de contexto musical.
Conversando sobre a bateria, com um amigo meu aqui de Brasília que é músico, ele me dizia: “Quem tem a bateria domina”, “A bateria vende a mensagem” e por último ele me disse: “A bateria coloca o ‘adorador’ a mercê da banda”. Evidentemente que há outros instrumentos que também têm essa capacidade indutiva, entre eles a guitarra por exemplo, porém, a bateria seria o instrumento indutor número um.
Percebemos que de um modo geral a massa jovem num determinado momento da sua “adoração” rock, entra como que em êxtase ou transe, e os resultados você já sabe: Bebidas alcoólicas, drogas, sexo livre com o ‘tempero’ da rebeldia. O rock e as suas músicas são uma estratégia muito eficaz de Satanás para dominar e destruir a juventude. Os nossos cultos não podem perder a solenidade.
“Numa reunião religiosa, o ato de cantar é tanto uma adoração a Deus como o ato de pregar, e qualquer excentricidade ou traço de caráter esquisito chama a atenção das pessoas e destrói a séria e solene impressão que deve ser o resultado da música sacra. Qualquer coisa estranha e excêntrica no canto diminui a seriedade e o caráter sagrado do culto.”
02 » OS TAMBORES ESTÃO INTIMAMENTE ASSOCIADOS COM OS RITUAIS DE CANDOMBLÉ E UMBANDA
Eu não tive o privilégio de nascer em um lar adventista, embora me considere adventista de berço, porque quando minha mãe aceitou a Jesus eu tinha quatro ou cinco anos de idade, e minha mãe era uma assídua freqüentadora de terreiros de macumba e candomblé, e às vezes me levava nessas reuniões “espirituais”, sempre acompanhadas de muito misticismo e muitas danças.
Eu te pergunto: Sabe que instrumentos eram usados para chamar as entidades do mundo obscuro? Se a sua resposta for tambores, então você acertou em cheio. Por que os terreiros usam os tambores para atrair Satanás e seus anjos caídos? Será que poderia ser qualquer instrumento, ou tem que ser os tambores?
“Ele, [tambor] é por sua vez, um instrumento de correspondência, isto é, de comunicação entre o homem e os seres misteriosos que governam a natureza.” Cristãos em busca de êxtase. Pág. 25.
O tambor é capaz de estabelecer contatos com os espíritos dos deuses, com as almas dos ancestrais, com os mortos e com os animais míticos. Portanto, qual é o objetivo dos tambores no submundo ‘espiritual’? É para entrarem em êxtase, em transe, há muitas danças e ritos nos centros de umbanda e candomblé, até que a pessoa cai no chão completamente fora de si, e conseqüentemente dentro das mãos de Satanás.
03 » OS TAMBORES E A DANÇA NA LITERATURA BÍBLICA
Depois de fazer um breve estudo sobre os ‘tambores e pandeiros’ na Bíblia, descobri que a palavra ‘tambor, tamboril’ ocorre quatorze vezes em toda a Bíblia, um detalhe curioso é que todas as ocorrências só ocorrem no Velho Testamento, onde a adoração estava sendo moldada por Deus.
Também descobri que normalmente os tambores, pandeiros e danças andam juntos, correlacionados em especial com as mulheres. Não tenho a pretensão de esgotar o tema, até por que daria uma tese muito interessante. Todavia vou enumerar algumas ocasiões em que o tambor e a dança estão conectados ou associados; evidentemente que o fato de estarem registrados na Bíblia não significa necessariamente que o ato ou atitude foi aprovada por Deus.
Possivelmente Labão o sogro de Jacó tenha sido a primeira pessoa na Bíblia a usar tambores (Gen. 31:27). Pergunto: Quem era Labão? E quais eram os seus costumes e tradições espirituais? Creio que você já tem a resposta.
Creio que Miriã a irmã de Moisés e um grupo de mulheres foram as primeiras mulheres na Bíblia a usarem os tamborins e a dançar, (Exo.15:20). Outro exemplo do uso combinado de tambor e dança é o da filha de Jefté, (Jui. 11:34). Outro exemplo bastante conhecido é o caso daquele grupo de mulheres que estavam cantando após a festejada vitória de Davi sobre os filisteus, (I Sam. 18:6).
Depois de estudar esses textos sou levado a crer, que após grandes vitórias nas batalhas entre o povo de Israel e os seus adversários, algumas mulheres saiam para celebrar a mesma. Fica muito claro que a percussão induz à dança, quer queiramos ou não. O que seria outro problema para nós como igreja.
A mudança na orquestra de Davi
Davi era um hábil músico (I Sam. 16:18). Entretanto, o exemplo mais claro dessa mudança radical nos instrumentos da ‘orquestra’ do rei Davi, foi quando ele queria levar a arca da aliança de Quiriate-Jearim para Jerusalém.
Na primeira tentativa de levar a arca da aliança havia vários ‘tambores e pandeiros’ (II Sam. 6:1-11); e a mesma foi veementemente reprovada por Deus de forma tão contundente que Uzá foi fulminado por Deus por ‘irreverência’ (I Sam. 6:7). A palavra no hebraico para ‘irreverência’ é Shal, que quer dizer: Erro, falta. No entanto, olhemos o que nos diz Ellen G. White, de forma esclarecedora sobre as atitudes espirituais de Uzá.
Sobre Uzá, assim nos diz a inspiração: “... Uzá ficou irado com os bois... Desconfiou de Deus...” História da Redenção. Pág. 192. Às vezes nós podemos achar que Deus foi cruel com Uzá, leiamos algo mais: “Em Uzá recaia maior culpa de arrogância... Tendo sobre si pecados não confessados...” Patriarcas e Profetas. Pág. 706.
Na segunda tentativa conforme descrito em (I Crônicas 15:25-29) o rei Davi mudou drasticamente os instrumentos de sua ‘orquestra’; ele excluiu os ‘tambores e os pandeiros’ (I Cron. 15:28), além de uma profunda mudança espiritual em sua vida e na vida dos seus liderados, e isso inclui mudança na indumentária dos músicos. Depois esses instrumentos são chamados de “instrumentos de música de Deus” (I Cron. 16:42). O que é fator determinante para a liturgia da Casa de Deus pelo menos, pelos próximos trezentos anos (II Cron. 29:25).
Um amigo me dizia que a exclusão desses instrumentos de percussão (Tambores e pandeiros) pode ser mera coincidência; eu me pergunto: Será? Veja a descrição detalhada que faz o livro Patriarcas e Profetas na página 707: “... E a música de harpas e cornetas, trombetas e címbalos ressoava em direção ao céu, misturada com a melodia de muitas vozes.”
Perceba que não é um erro de esquecimento, ou de falta de atenção por parte de quem escreveu os livros de Samuel e Crônicas, até porque, o tema da adoração neste momento, depois da morte trágica de Uzá, era de suprema importância para a liturgia posterior do glorioso templo de Salomão. Não brinquemos com aquilo que é de mais sagrado.
04 » O MOVIMENTO DA CARNE SANTA E OS TAMBORES
Em setembro de 1900 no estado de Indiana nos Estados Unidos havia um movimento chamado ‘carne santa’, onde as pessoas criam que depois de cantarem, dançarem e orarem receberiam um corpo santo e assim estariam prontas para a trasladação – O céu. Esse movimento foi veementemente condenado por Ellen G. White e olha o que voltará a acontecer nos últimos dias, ou seja, em nossos dias:
“As coisas que descrevestes como ocorrendo em Indiana, o Senhor revelou-me que haviam de ocorrer imediatamente antes da terminação da graça. [Nosso tempo]. Demonstrar-se-á tudo quanto é estranho. Haverá gritos com tambores, música e dança. Os sentidos dos seres racionais ficarão tão confundidos que não se pode confiar neles quanto a decisões retas. E isto será chamado operação do Espírito Santo. O Espírito Santo nunca Se revela por tais métodos, em tal balbúrdia de ruído. Isso é uma invenção de Satanás para encobrir seus engenhosos métodos para anular o efeito da pura, sincera, elevadora, enobrecedora e santificante verdade para este tempo.” Mensagens Escolhidas. Vol.II, pág.36.
A parte mais preocupante dessa citação acima, é ‘haviam de ocorrer... e haverá gritos com tambores, música e dança’. Eu já disse e volto a repetir, a percussão nos induz à dança, e a dança nos transporta para o mundo dos prazeres da carne. Que Deus nos guarde de tudo isso.
05 » O ALTÍSSIMO ÍNDICE DE REJEIÇÃO DO USO DA BATERIA/TAMBORES PELA IGREJA
Na realidade a grande estratégia de Satanás não é apenas colocar o instrumento físico dentro das nossas igrejas ou não. O grande engano do diabo é causar confusão na nossa adoração e como resultado perdermos a Jesus e a Sua poderosa mensagem de vista. Satanás quer que nós tenhamos uma adoração completamente vazia do ‘Assim diz o Senhor’ e cheia de emocionalismo. E quando isso acontece? Quando nós contrariamos que está escrito em I Coríntios 14:15 última parte que diz:
“... Cantarei com o espírito, mas também cantarei com a mente.”
O equilíbrio é a palavra de ordem celestial e ponto final. Se a bateria está dividindo a igreja, eu pergunto: Por que vamos usá-la? É possível fazer música de qualidade sem bateria? Se a sua resposta é sim, eu insisto: Por que vamos usá-la? Se a bateria e os seus tambores estão associados com o rock, a macumba, com a dança, com os gritos e confunde os nossos sentidos; eu pergunto de novo: Por que vamos usá-la?
Deus tem muitos princípios para que a nossa igreja caminhe firme e unida para dentro da próxima década, dois deles são:
1º - “Se possível, quanto depender de vós tende paz com todos os homens;” (Rom. 12:18). O principio aqui é do unidade na igreja, é o da concordância entre irmãos de fé. Se ‘depende’ de você músico ou cantor, porque trazer o contrário de paz para dentro da nossa igreja, se não dependesse de você era outra história, se tivesse fora da sua competência, era outro capítulo.
2º - “Porque nenhum de nós vive para si mesmo, nem morre para si.” (Rom. 14:7). Nós pertencemos a uma comunidade cristã, nós somos parte do corpo de Cristo. A nossa adoração na igreja é coletiva, todo o ‘corpo’ de Cristo deve ser levado em consideração; tendo como “propósito de não pordes tropeço ou escândalo ao vosso irmão”, (Rom. 14:13 ú.p).
01 » A BATERIA/TAMBORES E A MÚSICA ROCK
Hoje estudando o assunto dos tambores na Bíblia e na Internet aprendi um neologismo “Baal-Teria”. A bateria foi inventada no começo dos anos de 1900, dentro do jazz americano bastante executado pelas bandas de rua de New Orleans – EUA; já no Brasil dizem que foi Luciano Perrone o criador da bateria no Rio de Janeiro na época do cinema mudo. O fato é que esse instrumento tem trazido discussões e divisões para dentro da nossa igreja. O que vamos fazer? Lembra, que eu falei di preço...?
É impressionante como a bateria/tambores está para a música rock, com o mar está para peixes. Por quê? É para tornar as massas dançantes, agitadas, pouco reflexivas, normalmente a música rock tem uma mensagem para passar para os jovens, o que também pode ser chamado de produto para ‘vender’. O Rock induz a juventude a comprar esse ‘produto’, dentro de contexto musical.
Conversando sobre a bateria, com um amigo meu aqui de Brasília que é músico, ele me dizia: “Quem tem a bateria domina”, “A bateria vende a mensagem” e por último ele me disse: “A bateria coloca o ‘adorador’ a mercê da banda”. Evidentemente que há outros instrumentos que também têm essa capacidade indutiva, entre eles a guitarra por exemplo, porém, a bateria seria o instrumento indutor número um.
Percebemos que de um modo geral a massa jovem num determinado momento da sua “adoração” rock, entra como que em êxtase ou transe, e os resultados você já sabe: Bebidas alcoólicas, drogas, sexo livre com o ‘tempero’ da rebeldia. O rock e as suas músicas são uma estratégia muito eficaz de Satanás para dominar e destruir a juventude. Os nossos cultos não podem perder a solenidade.
“Numa reunião religiosa, o ato de cantar é tanto uma adoração a Deus como o ato de pregar, e qualquer excentricidade ou traço de caráter esquisito chama a atenção das pessoas e destrói a séria e solene impressão que deve ser o resultado da música sacra. Qualquer coisa estranha e excêntrica no canto diminui a seriedade e o caráter sagrado do culto.”
02 » OS TAMBORES ESTÃO INTIMAMENTE ASSOCIADOS COM OS RITUAIS DE CANDOMBLÉ E UMBANDA
Eu não tive o privilégio de nascer em um lar adventista, embora me considere adventista de berço, porque quando minha mãe aceitou a Jesus eu tinha quatro ou cinco anos de idade, e minha mãe era uma assídua freqüentadora de terreiros de macumba e candomblé, e às vezes me levava nessas reuniões “espirituais”, sempre acompanhadas de muito misticismo e muitas danças.
Eu te pergunto: Sabe que instrumentos eram usados para chamar as entidades do mundo obscuro? Se a sua resposta for tambores, então você acertou em cheio. Por que os terreiros usam os tambores para atrair Satanás e seus anjos caídos? Será que poderia ser qualquer instrumento, ou tem que ser os tambores?
“Ele, [tambor] é por sua vez, um instrumento de correspondência, isto é, de comunicação entre o homem e os seres misteriosos que governam a natureza.” Cristãos em busca de êxtase. Pág. 25.
O tambor é capaz de estabelecer contatos com os espíritos dos deuses, com as almas dos ancestrais, com os mortos e com os animais míticos. Portanto, qual é o objetivo dos tambores no submundo ‘espiritual’? É para entrarem em êxtase, em transe, há muitas danças e ritos nos centros de umbanda e candomblé, até que a pessoa cai no chão completamente fora de si, e conseqüentemente dentro das mãos de Satanás.
03 » OS TAMBORES E A DANÇA NA LITERATURA BÍBLICA
Depois de fazer um breve estudo sobre os ‘tambores e pandeiros’ na Bíblia, descobri que a palavra ‘tambor, tamboril’ ocorre quatorze vezes em toda a Bíblia, um detalhe curioso é que todas as ocorrências só ocorrem no Velho Testamento, onde a adoração estava sendo moldada por Deus.
Também descobri que normalmente os tambores, pandeiros e danças andam juntos, correlacionados em especial com as mulheres. Não tenho a pretensão de esgotar o tema, até por que daria uma tese muito interessante. Todavia vou enumerar algumas ocasiões em que o tambor e a dança estão conectados ou associados; evidentemente que o fato de estarem registrados na Bíblia não significa necessariamente que o ato ou atitude foi aprovada por Deus.
Possivelmente Labão o sogro de Jacó tenha sido a primeira pessoa na Bíblia a usar tambores (Gen. 31:27). Pergunto: Quem era Labão? E quais eram os seus costumes e tradições espirituais? Creio que você já tem a resposta.
Creio que Miriã a irmã de Moisés e um grupo de mulheres foram as primeiras mulheres na Bíblia a usarem os tamborins e a dançar, (Exo.15:20). Outro exemplo do uso combinado de tambor e dança é o da filha de Jefté, (Jui. 11:34). Outro exemplo bastante conhecido é o caso daquele grupo de mulheres que estavam cantando após a festejada vitória de Davi sobre os filisteus, (I Sam. 18:6).
Depois de estudar esses textos sou levado a crer, que após grandes vitórias nas batalhas entre o povo de Israel e os seus adversários, algumas mulheres saiam para celebrar a mesma. Fica muito claro que a percussão induz à dança, quer queiramos ou não. O que seria outro problema para nós como igreja.
Davi era um hábil músico (I Sam. 16:18). Entretanto, o exemplo mais claro dessa mudança radical nos instrumentos da ‘orquestra’ do rei Davi, foi quando ele queria levar a arca da aliança de Quiriate-Jearim para Jerusalém.
Na primeira tentativa de levar a arca da aliança havia vários ‘tambores e pandeiros’ (II Sam. 6:1-11); e a mesma foi veementemente reprovada por Deus de forma tão contundente que Uzá foi fulminado por Deus por ‘irreverência’ (I Sam. 6:7). A palavra no hebraico para ‘irreverência’ é Shal, que quer dizer: Erro, falta. No entanto, olhemos o que nos diz Ellen G. White, de forma esclarecedora sobre as atitudes espirituais de Uzá.
Sobre Uzá, assim nos diz a inspiração: “... Uzá ficou irado com os bois... Desconfiou de Deus...” História da Redenção. Pág. 192. Às vezes nós podemos achar que Deus foi cruel com Uzá, leiamos algo mais: “Em Uzá recaia maior culpa de arrogância... Tendo sobre si pecados não confessados...” Patriarcas e Profetas. Pág. 706.
Na segunda tentativa conforme descrito em (I Crônicas 15:25-29) o rei Davi mudou drasticamente os instrumentos de sua ‘orquestra’; ele excluiu os ‘tambores e os pandeiros’ (I Cron. 15:28), além de uma profunda mudança espiritual em sua vida e na vida dos seus liderados, e isso inclui mudança na indumentária dos músicos. Depois esses instrumentos são chamados de “instrumentos de música de Deus” (I Cron. 16:42). O que é fator determinante para a liturgia da Casa de Deus pelo menos, pelos próximos trezentos anos (II Cron. 29:25).
Um amigo me dizia que a exclusão desses instrumentos de percussão (Tambores e pandeiros) pode ser mera coincidência; eu me pergunto: Será? Veja a descrição detalhada que faz o livro Patriarcas e Profetas na página 707: “... E a música de harpas e cornetas, trombetas e címbalos ressoava em direção ao céu, misturada com a melodia de muitas vozes.”
Perceba que não é um erro de esquecimento, ou de falta de atenção por parte de quem escreveu os livros de Samuel e Crônicas, até porque, o tema da adoração neste momento, depois da morte trágica de Uzá, era de suprema importância para a liturgia posterior do glorioso templo de Salomão. Não brinquemos com aquilo que é de mais sagrado.
04 » O MOVIMENTO DA CARNE SANTA E OS TAMBORES
Em setembro de 1900 no estado de Indiana nos Estados Unidos havia um movimento chamado ‘carne santa’, onde as pessoas criam que depois de cantarem, dançarem e orarem receberiam um corpo santo e assim estariam prontas para a trasladação – O céu. Esse movimento foi veementemente condenado por Ellen G. White e olha o que voltará a acontecer nos últimos dias, ou seja, em nossos dias:
“As coisas que descrevestes como ocorrendo em Indiana, o Senhor revelou-me que haviam de ocorrer imediatamente antes da terminação da graça. [Nosso tempo]. Demonstrar-se-á tudo quanto é estranho. Haverá gritos com tambores, música e dança. Os sentidos dos seres racionais ficarão tão confundidos que não se pode confiar neles quanto a decisões retas. E isto será chamado operação do Espírito Santo. O Espírito Santo nunca Se revela por tais métodos, em tal balbúrdia de ruído. Isso é uma invenção de Satanás para encobrir seus engenhosos métodos para anular o efeito da pura, sincera, elevadora, enobrecedora e santificante verdade para este tempo.” Mensagens Escolhidas. Vol.II, pág.36.
A parte mais preocupante dessa citação acima, é ‘haviam de ocorrer... e haverá gritos com tambores, música e dança’. Eu já disse e volto a repetir, a percussão nos induz à dança, e a dança nos transporta para o mundo dos prazeres da carne. Que Deus nos guarde de tudo isso.
05 » O ALTÍSSIMO ÍNDICE DE REJEIÇÃO DO USO DA BATERIA/TAMBORES PELA IGREJA
Na realidade a grande estratégia de Satanás não é apenas colocar o instrumento físico dentro das nossas igrejas ou não. O grande engano do diabo é causar confusão na nossa adoração e como resultado perdermos a Jesus e a Sua poderosa mensagem de vista. Satanás quer que nós tenhamos uma adoração completamente vazia do ‘Assim diz o Senhor’ e cheia de emocionalismo. E quando isso acontece? Quando nós contrariamos que está escrito em I Coríntios 14:15 última parte que diz:
“... Cantarei com o espírito, mas também cantarei com a mente.”
O equilíbrio é a palavra de ordem celestial e ponto final. Se a bateria está dividindo a igreja, eu pergunto: Por que vamos usá-la? É possível fazer música de qualidade sem bateria? Se a sua resposta é sim, eu insisto: Por que vamos usá-la? Se a bateria e os seus tambores estão associados com o rock, a macumba, com a dança, com os gritos e confunde os nossos sentidos; eu pergunto de novo: Por que vamos usá-la?
Deus tem muitos princípios para que a nossa igreja caminhe firme e unida para dentro da próxima década, dois deles são:
1º - “Se possível, quanto depender de vós tende paz com todos os homens;” (Rom. 12:18). O principio aqui é do unidade na igreja, é o da concordância entre irmãos de fé. Se ‘depende’ de você músico ou cantor, porque trazer o contrário de paz para dentro da nossa igreja, se não dependesse de você era outra história, se tivesse fora da sua competência, era outro capítulo.
2º - “Porque nenhum de nós vive para si mesmo, nem morre para si.” (Rom. 14:7). Nós pertencemos a uma comunidade cristã, nós somos parte do corpo de Cristo. A nossa adoração na igreja é coletiva, todo o ‘corpo’ de Cristo deve ser levado em consideração; tendo como “propósito de não pordes tropeço ou escândalo ao vosso irmão”, (Rom. 14:13 ú.p).
Otimar Gonçalves
Ministério Jovem da Divisão Sul-Americana
www.esperanca.com.br
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