quarta-feira, 21 de julho de 2010

Pr. Humberto Magalhães - Associação Espirito Santensse


BIOGRAFIA MINISTERIAL
Paranaense, filho de Isaaques Magalhães e Conceição Gusmão Magalhães, Humberto da Silva Magalhães conheceu a mensagem Bíblica aos 16 anos, e foi batizado aos 17 anos de idade.

Casado com Magda Menezes Magalhães, concluiu a faculdade de Teologia no Centro Universitário Adventista de São Paulo, Unasp-EC, em 2000.

Trabalhou na Associação Sul Riograndense, ASR, nos distritos de Sant’Ana do Livramento (2001 – 2002), Bento Gonçalves (2003 – 2004). Depois foi chamado para trabalhar na Missão Ocidental Sul Riograndense, Mosr, no Ministério Jovem, Evangelismo e Missão Global (2005 – 2007). Em 2008 recebeu o convite para trabalhar na Associação Sul Paranaense, ASP, no departamento de Evangelismo (2008 – 2009).

Seu maior desejo é ser um pastor segundo o coração de Deus e trabalhar como João Batista, que preparou o caminho da primeira vinda do Messias, que é ajudar na preparação do caminho da segunda volta do Senhor Jesus Cristo.


Qual a mensagem, subjetiva e objetiva, para uma sociedade secularizada, pragmática e relativista que posso dar.

“...façamos o homem a Nossa imagem, conforme a Nossa semelhança.” Gê 1.26 A expressão “façamos” e “semelhança” tem sido objeto de estudos e controvérsias de inúmeros teólogos e filósofos ao longo da história. Segundo o Dr. Reinaldo Siqueira a sua etimologia, é expressa numa linguagem simples, significando “a sombra de” ou “a cara do papai” [1], A expressão “imagem” no hebraico refere-se a imagem mental, moral e espiritual de Deus [2] e ao criar o homem e a mulher, o autor do livro de Gênesis, usa um verbo para criar o homem “um criar a marretadas, rústico, e pesado” e o outro para criar a mulher ‘um criar a pinceladas, artístico, belo e delicado”[3]. Ao criar o ser humano, Deus o fez da “mais alta categoria”[4], e não um produto de uma evolução. Deus o formou com a Suas próprias mãos, projetou, deu inteligência, beleza, uma soma de pó da terra + fôlego de vida o “o homem passou a ser alma vivente” Gê. 2.7. veio a ser um ser vivente, dotado de livre arbítrio, uma personalidade auto-consciente.[5] É uma “unidade substancial” e não um “aglomerado de coisas”, mas “uma unidade complexa.”[6] “O homem foi originalmente dotado de nobres faculdades e de um espírito bem equilibrado. Era perfeito, e estava em harmonia com Deus.”[7]

A diferença entre “imagem” e “semelhança” foi iniciada com o bispo de Lyons, Irineu, que segundo ele, a imagem era o elemento racional e a livre vontade inerente à humanidade. A semelhança era para ele um dom agregado como uma experiência; era o dom da justiça, da virtude que o homem poderia ter pela obediência ou perder pela desobediência.[8] Philo de Alexandria afirmava que na forma física não da para assemelhar o homem a Deus. A imagem divina estava localizada na alma e refletida na estrutura física do homem.[9]
Com a desobediência entrou o pecado, e como resultado a degradação humana passou a ser uma dura realidade. O próprio Calvino afirma que após a queda, o homem separou-se de Deus, tornou-se estúpido e o compara com os animais irracionais; tornou-se um ser carnal, e como resultado a imagem de Deus está obliterada, obscurecida após o pecado.[10] Ele também destaca a imagem de Deus estando ligada a justiça divina.[11] Alguns teólogos escolásticos entendiam que na queda, o homem perdeu a semelhança, mas não a imagem.[12] E Lutero defendia que as atitudes morais era uma demonstração de restauração, pois “o homem perdeu a imagem divina após a queda.”[13]Alguns teólogos defendem “a imagem moral de Deus na humanidade. Não se trata de moralismos baseados no cumprimento da lei, mas na inclinação para a obediência e seguimento ao sopro do Criador.”[14] “Um dogma central no cristianismo é a fé em um Deus que se revela. Mas, como Deus se revela? Como Ele toma a iniciativa de mostrar ao ser humano que nele está o sentido absoluto da vida? Deus, ao criar, não cria outros deuses, mesmo tendo criado o ser humano (homem e mulher) à sua imagem e semelhança.”[15]
Independentemente dos pensadores, teólogos e filósofos o que testemunhamos é que “o homem é uma realidade extremamente complexa. Isso é verdade, antes de tudo, na ordem das ações. Ele exerce atividades de todo gênero: conhece, estuda, escreve, fala, trabalha, joga, reza, ama, sofre diverte-se, come, bebe, etc.”[16] Mesmo depois do pecado, por meio de Cristo Jesus, Deus oferece ao ser humano a restauração de Sua imagem, “por infinito amor e misericórdia foi concebido o plano da salvação, concedendo-se um tempo de graça. Restaurar no homem a imagem de seu Autor, levá-lo de novo à perfeição em que fora criado, promover o desenvolvimento do corpo, espírito e alma para que se pudesse realizar o propósito divino da sua criação - tal deveria ser a obra da redenção.”[17] Portanto o ser humano possui os atributos de Deus – verdade, sabedoria, amor, santidade e justiça passam a ser atributos dos salvos.[18] O homem foi feito a imagem e semelhança de Deus. Penso que essa imagem, quando antes da queda, iria se desenvolver dia após dia enquanto o homem se mantivesse em perfeita ligação com o Seu Criador. Contudo, infelizmente, isso não aconteceu em razão do desligamento do homem com a fonte inesgotável de vida, do Verbo que se fez carne e habitou entre nós.
Tendo em mente apenas uma visão espiritual da situação, já identificamos logo no inicio da história, e vida dos nossos primeiros pais, Adão e Eva, perdas relacionais, entre o homem e Deus e entre o homem e o seu semelhante. A queda ofuscou a espiritual imagem de Deus na humanidade, mas não para sempre, e nem por muito tempo. O primeiro casal algum tempo após sua rebelião, foi rapidamente agraciado com a informação do maravilhoso plano, através do qual o homem pode novamente possuir a imagem do Pai e em união ininterrupta com Ele, testemunhar, desfrutar o desenvolvimento continuo dessa imagem.
Todos nós de forma concreta possuímos a imagem de Deus. Esse toque especial nos tornou preciosos aos Seus olhos e diante do universo; independentemente de quem somos ou do que pensamos. Fomos feitos a imagem de nosso Criador. Fomos criados seres pensantes, com a capacidade de ir e vir nesse particular. Deus nos fez para nos relacionar, para nos comunicar, tendo como base para isso a humildade, segundo ensinou em sala o professor Giuseppe Carbone. Esse também é um aspecto da imagem de Deus no homem. Sua capacidade de pensar, comunicar-se e escolher, reflete a Trindade, Deus Pai, Deus Filho e Deus Espírito Santo se relacionam entre Si. “Façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança” Gê. 1.26. As três pessoas da divindade se comunicam, são pensantes, tem vontade, assim fizeram o homem à Sua “imagem e semelhança.” Quando levamos em consideração apenas a imagem de Deus no homem como algo imaterial tal como os aspectos morais e éticos, corroboro com o que disse acima, todos os homens são hoje de forma concreta a imagem de Deus; mas quando pensamos em imagem e semelhança no sentido de caráter, a humanidade necessita de um novo nascimento sobre o qual falou Jesus a Nicodemos, pois todos “estávamos mortos”, como escreveu Paulo
.
Falando em termos espirituais, para o homem tornar-se a imagem de Deus precisa “negar-se a si mesmo” e tomar “a sua cruz”. Seu “eu” precisa ser crucificado, o ser, esvaziado; para que a graça de Deus crie na alma o “novo homem”. O “homem interior”. Certa vez o Senhor Jesus disse: “se alguém me ama, guardará a minha palavra, e Eu e Meu Pai viremos e faremos nele morada” Jo 14.23. Novamente vemos que espiritualmente o homem só tem de volta a imagem de Deus quando a divindade pode ocupar outra vez o seu espaço no coração humano. Contudo entre os homens, Jesus, nascido entre nós, é chamado a “imagem de Deus” II Co. 4.4. “Ele é a imagem ideal e ao mesmo tempo “é o esplendor da Sua (do Pai) glória e a expressão exata do Seu Ser” (Heb. 1.3).”[19]
Como vimos, encontramos na humanidade a imagem e semelhança de Deus no seu sentido plenificado em: No relato da criação e na Palavra encarnada – Cristo Jesus. Por ser a sociedade do século XXI secularizada, pragmática e relativista, dificilmente ela olhará para a Bíblia e para o Cristo com o mesmo prisma em que cremos e olhamos. Por essa razão, o cristão do século XXI que está sendo moldado a imagem e semelhança do Pai, tem a missão de alcançar essa sociedade no contexto do evangelho, através de um relacionamento amoroso que reflita a imagem divina. Em João 13. 34-35 lemos: “Um novo mandamento Lhes dou: Amem-se uns aos outros. Como Eu os amei, vocês devem amar-se uns aos outros. Com isso todos saberão que vocês são Meus discípulos, se vocês amarem uns aos outros.”
Esse amor sobre o qual Jesus falou, era algo totalmente novo tanto para a sociedade de Sua época como para a sociedade do século XXI. Assim como esse amor foi aplicado, vivido, desfrutado pela igreja do primeiro século e como resultado milhares de pessoas entregaram as suas vidas para o Senhor Jesus, também no presente século, havendo um reavivamento desse mesmo amor, o mesmo ocorrerá.
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[1] Siqueira, Reinaldo, Anotações de Sala de Aula. Livros Históricos. ((Engenheiro Coelho: Unasp, 2000). [2] Wolff, Hans Walter, Antropologia do Antigo Testamento (São Paulo: Editora Hagnos, 2008), 246. [3] Aguilar, Ruben, Anotações de Sala de Aula. Arqueologia. (Engenheiro Coelho: Unasp, 2000). [4] Brunner, Emil. Man in revolt: a Christian Anthropology. (Philadelphia – EUA: The Westminster Press), 81. [5] NICHOL, Francis D., Ed. Comentário bíblico adventista del septimo dia, Tomo I, Publicações Interamericanas, Mountain View, Ca, 1978, 228. [6] Rahner,Karl, A Antropologia: Problema Teológico. (São Paulo, SP: Editora Herder, 1968), 16. [7] White, Ellen, Caminho a Cristo. (Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira, 1990), 17. [8] Apostila da Biblioteca Universitária do UNASP, La imagem de Dios. (Código:233, n 889). [9] HUGGES, Philip Edgcumbe.the true image – he originand destiny of man christ. Grand Rapids – MI: William B. Eerdmans Publishing Company, 1988, 10. [10] MONDIN, Batista. Antropologia teológica – história, problemas e perspectivas. 3ª ed. São Paulo – SP: Edições Paulinas, 1986, 66. [11] Calvino, João, Efésios, São Paulo, Paralelos, 1998, (Fe 4.24) 142. [12] UNASP, La imagem de Dios. (Código:233, n 889). [13] CHAMPLIN, Russel N. O antigo testamento interpretado versículo por versículo. 2ª ed. São Paulo – SP: Editora Hagnos, 2001, 17. [14] Teológica, Revista Caminhando, v.13, n. 21. (Santo André, SP. 2008), 60. [15] Carias, Celso Pinto, O Humano Integrado. (Petrópolis: Editora Vozes, 2007), 73. [16] Rampazzo, Lino, Antropologia, religiões e valores cristãos. (São Paulo: Edições Loyola, 2004), 33. [17] White, Educação. (Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, 2003),15, 16. [18] Ladaria, Luis F., Introdução a Antropologia Teológica (São Paulo: Editora Loyola, 1998), 51. [19] A imagem de Deus em Gênesis 1:26-27 traduzida pelo professor Carbone de Ekkehardt Mueller, 1-2.

domingo, 18 de julho de 2010

O Silêncio ensurdecedor

Diante desse mundo caótico, onde as pessoas matam umas as outras, onde pais abusam seus próprios filhos e onde a maldade alcança o seu mais alto grau, existe um lugar de refúgio. Esse lugar chama-se oração. Um lugar silencioso, onde ouvimos a voz de Deus. Isso segue um paradoxo. Lugar silencioso onde ouvimos algo.
Gosto da analogia do deserto. Em hebraico, a palavra deserto tem a sua origem em duas outras palavras, que significam “lugar da palavra”. Interessante. O deserto é um lugar relativamente silencioso, mas também é o “lugar da palavra”. Será que Jesus tinha essa idéia em mente quando disse: “Quando fores orar, entre no teu quarto, fecha a porta e ora a teu Pai em segredo; e teu Pai, que vê o escondido, te recompensará”? Mt 6:6. O fato é que Jesus costumava orar em lugares desertos, silenciosos. “De madrugada, ainda bem escuro, levantou-se, saiu e foi a um lugar deserto, e ali orava.” Mc 1:35. É no silêncio onde ouvimos a voz de Deus, gritando ao nosso coração.Você já passou pela experiência do deserto, do lugar “silencioso” da palavra? Moisés passou. Literalmente, quarenta anos. Lá ele aprendeu a desaprender a cultura egípcia. Lá ele aprendeu as lições do ostracismo. Paulo também experimentou o deserto antes de ser o maior missionário “humano” que o mundo já conheceu. E foram alguns “bons anos”! E Cristo? Será que Ele também passou pela experiência do deserto? SIM! Quarenta dias. Ele é o Novo Moisés. Talvez mais uns bons dias, porque Ele sofreu as tentações mencionadas na Bíblia depois dos 40 dias de jejum. E o que Ele usou no deserto? A palavra. O “está escrito”. Você quer ouvir a voz de Deus? Quer saber a vontade dEle? Quer vencer os seus traumas? Quer ser salvo? Aprenda as lições do deserto. Aprenda a ouvir a voz de Deus no silêncio. Talvez seja o silêncio da dor, da angústia e do sofrimento. Ou quem sabe você esteja passando pelo deserto mais frio e sombrio da sua vida. Não se desespere. Deus diz pra você: “Aquietai-vos e sabei que Eu sou Deus”. Sl 46:10.Quer ouvir um silêncio ensurdecedor? Então, ore! Deus está gritando para você.

Pr. Ivan Saraiva

sexta-feira, 16 de julho de 2010

Santa Ceia


Amanhã, Sábado 17/07, teremos uma super Santa Ceia durante o culto da manhã.
Venha e participe conosco, também, da Escola Sabatina à partir das 9h!

terça-feira, 13 de julho de 2010

Semana de Oração J.A


A Semana de Oração está a todo vapor! No domingo (11/07) o sermão foi sobre "Neemias, o Reconstrutor da Esperança” (texto base Neemias:1:1-11). “Devemos sonhar com o que Deus sonha, devemos olhar aquilo que Deus olha, devemos nos preocupar com aquilo que Deus se preocupa” foram estas as primeiras palavras do Pr. Sérgio Strapassan. Em seguida, deu importância ao papel do jovem na Igreja, a edificação da Igreja como corpo de Cristo, a critica e seus efeitos e principalmente a reedificação do muro espiritual de cada pessoa. Concluiu dizendo: “Nós temos que olhar a necessidade do povo de Deus.”


Já na segunda-feira o sermão foi sobre José. O Pr. mostrou que os jovens podem ser fiéis a Deus em todo lugar e a qualquer tempo, que podem vencer as tentações e serem vitoriosos em qualquer aspecto da vida, desde que, sua fé esteja fundamentada em Jesus Cristo, o nosso único guia.


domingo, 11 de julho de 2010

Semana de Oração J.A



No primeiro sermão da Semana de Oração Jovem no sábado dia 10/07, o Pr. Sérgio Strapassan enfatizou o poder da oração. Discursou usando Daniel como exemplo para a geração atual e disse: “Daniel não era um super-homem! Ele tinha as mesmas tentações que nós e principalmente os jovens tem hoje, mas com o poder de uma fervorosa oração vencia todos os ataques de Satanás”... “Daniel orava a Deus três vezes ao dia e não era uma oração simples, porque o segredo de Daniel era comunhão com Deus. Hoje nós devemos ter comunhão com Deus.”

Concluiu dando um conselho: “Aconselho a todos, terem três horários fixos de oração. Às 9h da manhã, às 15h e as 22h e logo após terminarem a oração, fechem os olhos e no silêncio busquem ouvir a voz de Deus, mas se a voz dizer ‘vá ao cinema’ esta não é a voz de Deus.” [risos da congregação]


Ao som de uma fervorosa oração,
treme todo exército de Satanás”

Ellen G. White


sexta-feira, 9 de julho de 2010

ATENÇÃO! Pare e leia

Amanhã, 10/07 às 9h começa a Semana de Oração Jovem na IASD Vale do Sol com o tema "Eles foram a Geração Esperança...e você?" com o Pr. Sérgio Strapassan.
Será realmente uma semana abençoada por Deus, com toda a igreja e principalmente os jovens trabalhando em prol da causa do Senhor. A Geração Esperança rumo a volta de Jesus.

Direção J.A IASD VAle do Sol

Dez Conselhos sobre Sexo para Jovens - Billy Graham


1) Evite más companhias. Se você andar com maus elementos ficará dominado por eles. A Bíblia diz: "Retirai-vos do meio deles, não toqueis em coisas impuras" (II Co. 6).

2) Evite o segundo olhar. Você não pode controlar o primeiro, mas pode evitar o segundo, que se torna cobiça.

3) Discipline suas conversas. Evite piadas e histórias com sentido duvidoso. "As más conversações corrompem os bons costumes" (I Co 15:33)

4) Tenha cuidado com a maneira de vestir-se. Deve ser um assunto entre você e Deus as roupas que usa. Uma jovem recém-convertida falou: De agora em diante vou vestir-me como se Jesus fosse o meu acompanhante.

5) Escolha cuidadosamente os filmes e programas de televisão que assiste.

6) Tome cuidado com o que você lê. Muito da literatura contemporânea apela ao instinto sexual.

7) Esteja em guarda com respeito a seu tempo de folga. Davi tinha o tempo em suas mãos, viu Beteseba e caiu em complicações.

8) Faça uma regra de nunca se envolver em namoro pesado. Jovens cristãos deviam orar antes de cada encontro. A moça que tem Jesus Cristo em seu coração possui um poder sobrenatural para dizer "não" aos avanços de qualquer rapaz. E o rapaz que conhece Jesus Cristo tem poder para disciplinar sua vida.

9) Gaste muito tempo com as Escrituras. O salmista disse: "Guardo no meu coração a tua palavra para não pecar contra ti". (Sl 119:11). Memorize versículos e quando a tentação chegar, cite-os. A palavra de Deus é a única coisa à qual satanás não pode se opor.

10) Tenha Jesus Cristo em seu coração e vida. Deus o ama e uma forte fé Nele tem guardado muitos homens e mulheres de cometer imoralidades (I Jo 2:14)

Um Apelo aos Jovens

"Queridos jovens amigos, aquilo que semearem, isso hão de colher. Agora é o tempo de semeadura para vocês. Qual será a colheita? Que estão semeando? Cada palavra que proferem, cada ato que praticam, é uma semente que porduzirá bom ou mau fruto e que redundará em alegria ou tristeza para o semeador. Qual é a semente lançada, tal a colheita. Deus lhes tem dado grande luz e muitos privilégios. Depois de comunicada a luz, depois de lhes haverem sido claramente expostos os riscos que correm, fica sobre vocês a responsabilidade. A maneira como tratam a luz que Deus lhes envia fará pender a balança para a felicidade ou o infortúnio. Vocês mesmo estão moldando o próprio destino." (Ellen G. White T3, pág. 363,364)

"Haverá entre os jovens que lêem este apelo alguém que prefira os prazeres do mundo à paz dada por Cristo ao sincero indagadore alegre praticante de Sua palavra?" ( Ellen G. White T3, pág. 368-370)

"Não hesiteis em trabalhar pelo Senhor, por pensardes que pouco podeis fazer. fazei com fidelidade o vosso poco; pois Deus cooperará com vossos esforços. Ele escreverá vosso nome no Livro da Vida, como uma pessoa digna de entrar no gozo do Senhor." ( Ellen G. White - Mensagens aos Jovens pág. 21,23)

ATENÇÃO! Pare e Leia

Amanhã, 10/07 às 9h começa a Semana de Oração Jovem na IASD Vale do Sol com o tema "Eles foram a Geração Esperança...e você?" com o Pr. Sérgio Strapassan.
Será realmente uma semana abençoada por Deus, com toda a igreja e principalmente os jovens trabalhando em prol da causa do Senhor. A Geração Esperança rumo a volta de Jesus.

Direção J.A IASD Vale do Sol

quinta-feira, 8 de julho de 2010

A Vida é Bela


O que é a vida? Um poeta, certa vez, disse que vida “… é pena caída da asa da ave ferida de vale em vale impelida…” Alguns dizem que vida é o intervalo entre o nascer e o morrer. Outros dizem que é nosso dom mais precioso e como só temos uma vida devemos saber tomar decisões sábias. Uma coisa é certa. A vida é breve e frágil, muito frágil.

Quando tinha cerca de 10 anos fiquei em coma em um CTI por causa de uma doença cerebral. Houve um momento em que os médicos falaram para mim mãe que tudo o que a medicina poderia fazer por mim já havia feito e que agora era esperar. Minha mãe e familiares esperaram por cinco dias e então a primeira palavra que disse foi: Mãe? Confesso a você que não queria ter morrido com aquela idade e, como você pode ver, Deus também não.

Nas minhas reflexões, concluo que todo mundo quer viver. Isso mesmo, não há ninguém que queira morrer. Morrer não é uma opção, é o maior desastre que já se abateu sobre a raça humana. Quando afirmo que ninguém quer morrer quero dizer que até mesmo os suicidas não querem – de fato – morrer. Eles estão, na verdade, negando a vida que possuem e não a vida em sua essência.

Vou exemplificar: Todas as pessoas que terminam com sua própria vida estão com sérios problemas emocionais, pressões quase sobre humanas e então fogem. Não é o lugar certo para fugir ou para se esconder, mas em um momento de fraqueza e muita dor fazem o impensável.Ter vida longa é uma bênção, mas a quantidade de tempo só tem real significado de bênção quando é acompanhada de qualidade. E para se ter qualidade de vida só há um caminho.

Seguir a palavra de Deus. Ela é o mapa para uma vida próspera e feliz. As pessoas mais felizes que conheço são as que mais seguem a Bíblia! Amam o próximo, guardam os 10 mandamentos, cuidam da sua saúde, vão à igreja, enfim, seguem o exemplo de Cristo. Então? O que é a vida? Lembre-se: você só tem uma. Então, por que não aproveitar esse dia e viver intensamente as coisas certas e boas? Esse dia está em branco, é você quem vai escrever a história dele. Peça a Deus que lhe dê sabedoria para fazer de hoje um dia que valha a pena ser vivido!

Ivan Saraiva


Opa, chegou a bateria!

A Bateria ou Tambores devem ter lugar na nossa adoração a Deus?
Passemos então a estudar um pouquinho às preocupantes implicações do uso da bateria/tambores na adoração a Deus através da música, nós podemos usar a bateria em nosso louvor, todavia, isso tem um preço muito alto. Agora, pior do isso, tem sérias implicações negativas, vou enumerar algumas delas:

01 »
A BATERIA/TAMBORES E A MÚSICA ROCK
Hoje estudando o assunto dos tambores na Bíblia e na Internet aprendi um neologismo “Baal-Teria”. A bateria foi inventada no começo dos anos de 1900, dentro do jazz americano bastante executado pelas bandas de rua de New Orleans – EUA; já no Brasil dizem que foi Luciano Perrone o criador da bateria no Rio de Janeiro na época do cinema mudo. O fato é que esse instrumento tem trazido discussões e divisões para dentro da nossa igreja. O que vamos fazer? Lembra, que eu falei di preço...?

É impressionante como a bateria/tambores está para a música rock, com o mar está para peixes. Por quê? É para tornar as massas dançantes, agitadas, pouco reflexivas, normalmente a música rock tem uma mensagem para passar para os jovens, o que também pode ser chamado de produto para ‘vender’. O Rock induz a juventude a comprar esse ‘produto’, dentro de contexto musical.


Conversando sobre a bateria, com um amigo meu aqui de Brasília que é músico, ele me dizia: “Quem tem a bateria domina”, “A bateria vende a mensagem” e por último ele me disse: “A bateria coloca o ‘adorador’ a mercê da banda”. Evidentemente que há outros instrumentos que também têm essa capacidade indutiva, entre eles a guitarra por exemplo, porém, a bateria seria o instrumento indutor número um.


Percebemos que de um modo geral a massa jovem num determinado momento da sua “adoração” rock, entra como que em êxtase ou transe, e os resultados você já sabe: Bebidas alcoólicas, drogas, sexo livre com o ‘tempero’ da rebeldia. O rock e as suas músicas são uma estratégia muito eficaz de Satanás para dominar e destruir a juventude. Os nossos cultos não podem perder a solenidade.


“Numa reunião religiosa, o ato de cantar é tanto uma adoração a Deus como o ato de pregar, e qualquer excentricidade ou traço de caráter esquisito chama a atenção das pessoas e destrói a séria e solene impressão que deve ser o resultado da música sacra. Qualquer coisa estranha e excêntrica no canto diminui a seriedade e o caráter sagrado do culto.”


02 » OS TAMBORES ESTÃO INTIMAMENTE ASSOCIADOS COM OS RITUAIS DE CANDOMBLÉ E UMBANDA
Eu não tive o privilégio de nascer em um lar adventista, embora me considere adventista de berço, porque quando minha mãe aceitou a Jesus eu tinha quatro ou cinco anos de idade, e minha mãe era uma assídua freqüentadora de terreiros de macumba e candomblé, e às vezes me levava nessas reuniões “espirituais”, sempre acompanhadas de muito misticismo e muitas danças.

Eu te pergunto: Sabe que instrumentos eram usados para chamar as entidades do mundo obscuro? Se a sua resposta for tambores, então você acertou em cheio. Por que os terreiros usam os tambores para atrair Satanás e seus anjos caídos? Será que poderia ser qualquer instrumento, ou tem que ser os tambores?


“Ele, [tambor] é por sua vez, um instrumento de correspondência, isto é, de comunicação entre o homem e os seres misteriosos que governam a natureza.”
Cristãos em busca de êxtase. Pág. 25.

O tambor é capaz de estabelecer contatos com os espíritos dos deuses, com as almas dos ancestrais, com os mortos e com os animais míticos. Portanto, qual é o objetivo dos tambores no submundo ‘espiritual’? É para entrarem em êxtase, em transe, há muitas danças e ritos nos centros de umbanda e candomblé, até que a pessoa cai no chão completamente fora de si, e conseqüentemente dentro das mãos de Satanás.


03 »
OS TAMBORES E A DANÇA NA LITERATURA BÍBLICA
Depois de fazer um breve estudo sobre os ‘tambores e pandeiros’ na Bíblia, descobri que a palavra ‘tambor, tamboril’ ocorre quatorze vezes em toda a Bíblia, um detalhe curioso é que todas as ocorrências só ocorrem no Velho Testamento, onde a adoração estava sendo moldada por Deus.

Também descobri que normalmente os tambores, pandeiros e danças andam juntos, correlacionados em especial com as mulheres. Não tenho a pretensão de esgotar o tema, até por que daria uma tese muito interessante. Todavia vou enumerar algumas ocasiões em que o tambor e a dança estão conectados ou associados; evidentemente que o fato de estarem registrados na Bíblia não significa necessariamente que o ato ou atitude foi aprovada por Deus.

Possivelmente Labão o sogro de Jacó tenha sido a primeira pessoa na Bíblia a usar tambores
(Gen. 31:27). Pergunto: Quem era Labão? E quais eram os seus costumes e tradições espirituais? Creio que você já tem a resposta.

Creio que Miriã a irmã de Moisés e um grupo de mulheres foram as primeiras mulheres na Bíblia a usarem os tamborins e a dançar,
(Exo.15:20). Outro exemplo do uso combinado de tambor e dança é o da filha de Jefté, (Jui. 11:34). Outro exemplo bastante conhecido é o caso daquele grupo de mulheres que estavam cantando após a festejada vitória de Davi sobre os filisteus, (I Sam. 18:6).

Depois de estudar esses textos sou levado a crer, que após grandes vitórias nas batalhas entre o povo de Israel e os seus adversários, algumas mulheres saiam para celebrar a mesma. Fica muito claro que a percussão induz à dança, quer queiramos ou não. O que seria outro problema para nós como igreja.


A mudança na orquestra de Davi
Davi era um hábil músico (I Sam. 16:18). Entretanto, o exemplo mais claro dessa mudança radical nos instrumentos da ‘orquestra’ do rei Davi, foi quando ele queria levar a arca da aliança de Quiriate-Jearim para Jerusalém.

Na primeira tentativa de levar a arca da aliança havia vários ‘tambores e pandeiros’
(II Sam. 6:1-11); e a mesma foi veementemente reprovada por Deus de forma tão contundente que Uzá foi fulminado por Deus por ‘irreverência’ (I Sam. 6:7). A palavra no hebraico para ‘irreverência’ é Shal, que quer dizer: Erro, falta. No entanto, olhemos o que nos diz Ellen G. White, de forma esclarecedora sobre as atitudes espirituais de Uzá.

Sobre Uzá, assim nos diz a inspiração: “... Uzá ficou irado com os bois... Desconfiou de Deus...”
História da Redenção. Pág. 192. Às vezes nós podemos achar que Deus foi cruel com Uzá, leiamos algo mais: “Em Uzá recaia maior culpa de arrogância... Tendo sobre si pecados não confessados...” Patriarcas e Profetas. Pág. 706.

Na segunda tentativa conforme descrito em
(I Crônicas 15:25-29) o rei Davi mudou drasticamente os instrumentos de sua ‘orquestra’; ele excluiu os ‘tambores e os pandeiros’ (I Cron. 15:28), além de uma profunda mudança espiritual em sua vida e na vida dos seus liderados, e isso inclui mudança na indumentária dos músicos. Depois esses instrumentos são chamados de “instrumentos de música de Deus” (I Cron. 16:42). O que é fator determinante para a liturgia da Casa de Deus pelo menos, pelos próximos trezentos anos (II Cron. 29:25).

Um amigo me dizia que a exclusão desses instrumentos de percussão (Tambores e pandeiros) pode ser mera coincidência; eu me pergunto: Será? Veja a descrição detalhada que faz o livro Patriarcas e Profetas na página 707: “... E a música de harpas e cornetas, trombetas e címbalos ressoava em direção ao céu, misturada com a melodia de muitas vozes.”


Perceba que não é um erro de esquecimento, ou de falta de atenção por parte de quem escreveu os livros de Samuel e Crônicas, até porque, o tema da adoração neste momento, depois da morte trágica de Uzá, era de suprema importância para a liturgia posterior do glorioso templo de Salomão. Não brinquemos com aquilo que é de mais sagrado.


04 »
O MOVIMENTO DA CARNE SANTA E OS TAMBORES
Em setembro de 1900 no estado de Indiana nos Estados Unidos havia um movimento chamado ‘carne santa’, onde as pessoas criam que depois de cantarem, dançarem e orarem receberiam um corpo santo e assim estariam prontas para a trasladação – O céu. Esse movimento foi veementemente condenado por Ellen G. White e olha o que voltará a acontecer nos últimos dias, ou seja, em nossos dias:

“As coisas que descrevestes como ocorrendo em Indiana, o Senhor revelou-me que haviam de ocorrer imediatamente antes da terminação da graça. [Nosso tempo]. Demonstrar-se-á tudo quanto é estranho. Haverá gritos com tambores, música e dança. Os sentidos dos seres racionais ficarão tão confundidos que não se pode confiar neles quanto a decisões retas. E isto será chamado operação do Espírito Santo. O Espírito Santo nunca Se revela por tais métodos, em tal balbúrdia de ruído. Isso é uma invenção de Satanás para encobrir seus engenhosos métodos para anular o efeito da pura, sincera, elevadora, enobrecedora e santificante verdade para este tempo.”
Mensagens Escolhidas. Vol.II, pág.36.

A parte mais preocupante dessa citação acima, é ‘haviam de ocorrer... e haverá gritos com tambores, música e dança’. Eu já disse e volto a repetir, a percussão nos induz à dança, e a dança nos transporta para o mundo dos prazeres da carne. Que Deus nos guarde de tudo isso.


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O ALTÍSSIMO ÍNDICE DE REJEIÇÃO DO USO DA BATERIA/TAMBORES PELA IGREJA
Na realidade a grande estratégia de Satanás não é apenas colocar o instrumento físico dentro das nossas igrejas ou não. O grande engano do diabo é causar confusão na nossa adoração e como resultado perdermos a Jesus e a Sua poderosa mensagem de vista. Satanás quer que nós tenhamos uma adoração completamente vazia do ‘Assim diz o Senhor’ e cheia de emocionalismo. E quando isso acontece? Quando nós contrariamos que está escrito em I Coríntios 14:15 última parte que diz:

“... Cantarei com o espírito, mas também cantarei com a mente.”


O equilíbrio é a palavra de ordem celestial e ponto final. Se a bateria está dividindo a igreja, eu pergunto: Por que vamos usá-la? É possível fazer música de qualidade sem bateria? Se a sua resposta é sim, eu insisto: Por que vamos usá-la? Se a bateria e os seus tambores estão associados com o rock, a macumba, com a dança, com os gritos e confunde os nossos sentidos; eu pergunto de novo: Por que vamos usá-la?


Deus tem muitos princípios para que a nossa igreja caminhe firme e unida para dentro da próxima década, dois deles são:


1º - “Se possível, quanto depender de vós tende paz com todos os homens;”
(Rom. 12:18). O principio aqui é do unidade na igreja, é o da concordância entre irmãos de fé. Se ‘depende’ de você músico ou cantor, porque trazer o contrário de paz para dentro da nossa igreja, se não dependesse de você era outra história, se tivesse fora da sua competência, era outro capítulo.

2º - “Porque nenhum de nós vive para si mesmo, nem morre para si.” (Rom. 14:7). Nós pertencemos a uma comunidade cristã, nós somos parte do corpo de Cristo. A nossa adoração na igreja é coletiva, todo o ‘corpo’ de Cristo deve ser levado em consideração; tendo como “propósito de não pordes tropeço ou escândalo ao vosso irmão”, (Rom. 14:13 ú.p).

Otimar Gonçalves
Ministério Jovem da Divisão Sul-Americana

www.esperanca.com.br

A estratégia errada


Era sábado. Eu havia acabado de pregar em uma grande igreja e fui almoçar na casa de um dos irmãos. Enquanto conversávamos, ele foi direto: “Estou preocupado com os rumos que as coisas estão tomando na igreja.” Logo comecei a imaginar aquilo de que ele iria reclamar.

Para minha surpresa, ele falou: “O mundo está se modernizando, todos estão mais tolerantes, mas a igreja parece que ainda não entendeu isso.” Eu estava ainda mais admirado enquanto ele continuava: “O sábado, por exemplo, é um assunto em relação ao qual a igreja precisa se contextualizar. Essa história de levar os membros a guardá-lo a qualquer preço está fora de lugar. Se a igreja continuar assim, vai se isolar
e diminuir cada vez mais.”

Gastei tempo pensando nas palavras dele.
A princípio, elas me pareceram fora de propósito e apenas produto da cabeça dele. Mas acabei entendendo que existem outras pessoas que pensam dessa forma, talvez até inconscientemente.

Alguns refletem esse pensamento querendo “modernizar” nossa mensagem ou estilo de vida, para tornar atrativa a igreja. Querem parecer menos diferentes e mais iguais. Para Ellen White, essa estratégia está errada. Ela é clara quando diz que “a conformidade aos costumes mundanos converte a igreja ao mundo; jamais converte o mundo a Cristo” (O Grande Conflito, p. 509).

Outros tentam esconder sua identidade, pensando em não criar preconceito e, com isso, abrir portas no futuro. Sei que devemos ser prudentes, mas essa também é uma estratégia errada. Precisamos apresentar a mensagem bíblica com amor, de forma positiva, mas também com profundidade, clareza e refletida em nossa forma de viver.

Existem também aqueles que procuram viver como os que ainda não se entregaram a Jesus, querendo ser aceitos por eles. Acham que esse é um ponto de aproximação, que elimina barreiras. Outra estratégia errada! Pode até eliminar barreiras humanas, mas cria barreiras espirituais. É o principio da água e do óleo. Um pode influenciar o outro, mas não se misturam. Quanto mais perto estivermos da volta de Cristo, mais diferentes vamos ficar, até que esse convívio se torne impossível e Ele venha nos buscar.

Com dor no coração, tenho visto algumas pessoas que deixam de lado nossa identidade de formas tão simples e práticas, do tipo:

1. Aparência pessoal fora dos princípios bíblicos. Modéstia e decência não combinam com roupas que apelam para o sensualismo, uso de unhas coloridas ou joias, por mais discretas que possam parecer (1Pe 3:3, 4). Ellen White afirma: “A abnegação no vestir faz parte de nosso dever cristão. [...] abster-se de ostentação de joias e ornamentos de toda espécie, está em harmonia com nossa fé” (Evangelismo, p. 269). “Joias e vestuário dispendioso não nos darão influência” (Mensagens Escolhidas, v. 3, p. 249).

2. Frequência a lugares impróprios para um cristão. Bares, boates, cinemas ou shows são ambientes que não combinam com o estilo de vida adventista nem com os valores cristãos. Eles enfraquecem nosso testemunho.

3. Gosto musical comprometido. Não podemos esquecer que, nos últimos dias, “Satanás fará da música um laço” (Ellen White, Eventos Finais, p. 159). Não é tentando tornar nossa música mais gospel ou mais popular que vamos fazê-la poderosa. Ela poderá ficar mais interessante, mas acabará sendo menos eficaz.

4. Enfraquecimento dos princípios de saúde. Continuamos sendo o povo que cuida do corpo como o templo do Espírito Santo (1Co 6:19); que busca uma alimentação saudável e natural; que não usa bebidas alcoólicas ou café por recomendação inspirada: “O único caminho seguro é não tocar, não provar, não manusear o chá, o café, vinhos, o fumo [...] e as bebidas alcoólicas” (Ellen White, Conselhos Sobre Saúde, p. 125). O mundo está apresentando essa mensagem sem timidez. Não podemos enfraquecê-la.

Le Roy Froom dizia que “enquanto a igreja evangeliza o mundo, o mundo seculariza a igreja”. Essa é a estratégia errada. As pessoas não estão procurando um evangelho de segunda linha, que seja uma coisa, mas tenta parecer outra. Nossa sociedade não quer mais desse evangelho. Por isso, como igreja, somos desafiados a reformar e não nos conformar com os hábitos da sociedade em que vivemos (Rm 12:2). Afinal, “ninguém, depois de acender uma candeia, a cobre com um vaso ou a põe debaixo de uma cama; pelo contrário, coloca-a sobre um velador, a fim de que os que entram vejam a luz” (Lc 8:16). Vamos usar a estratégia certa!

O pastor Erton Kohler escreve mensalmente para a Revista Adventista, periódico mensal publicado pela Casa Publicadora Brasileira.


Fonte: Revista Adventista (fevereiro de 2009)
http://www.cpb.com.br


Pastor Erton Carlos Kohler, presidente
da Igreja Adventista do Sétimo Dia na
América do Sul

Fotos




Pr. Rodolfo Gorsky


Oração

Pr. Jaime Gandra - Departamental J.A
Associação Sul Paranaense

Oração Final da Vigília J.A


Final da Vigília J.A

Giu e Diego


Zacarias e Moisés (Luciano e André)

Tortada na Cara

Gincana do Acamp 2010

Fran & Geovana

Pôr-do-sol


Festa Hebraica

Festa Hebraica


Santa Ceia


Pr. Marcos Tosta
Sítio da Vaca Preta - Acamp 2010

Pr. Fuckner realizando a Santa Ceia